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Viciados em sexo

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Viciados em sexo

Mensagem por Josiane em 31/05/11, 06:35 pm

Sexo em demasia pode ser sinônimo de doença. Aprenda a identificar quando o prazer vira um problema e como tratar a compulsão sexual


Quase todo mundo gosta de fazer sexo. Algumas pessoas sentem tanto prazer na prática sexual que não se imaginam sem um parceiro ou parceira. Mas o que dizer daqueles que exageram e acabam se viciando nisso? Como identificar uma atitude compulsiva? Em busca de respostas, o iG Estilo conversou com dois especialistas no assunto e conseguiu o depoimento exclusivo de um homem que convive com esse mal, que fala das dificuldades com as quais ele têm que lidar diariamente.

Eles só pensam naquilo

O psiquiatra do Projeto Sexualidade (ProSex) do Hospital das Clínicas e especialista em Sexualidade Humana, Alexandre Saadeh, informa que é preciso investigar quando há uma mudança no comportamento sexual, ou seja, quando o indivíduo passa a ser controlado pelo desejo sexual e não o contrário. “O prazer só vira doença, quando causa sofrimento, perda de controle sobre ele e quando se impõe sobre qualquer outra necessidade ou urgência”, diz o especialista.

Foi isso o que aconteceu com o professor Murilo, quando, aos 28 anos, viu sua vida degringolar de vez: “Não me lembro quando o gatilho foi disparado, mas sei que a vida toda brinquei de roleta-russa. Desde jovem, sempre gostei de me masturbar e ver revistas de pornografia. Depois passei à busca por prostituição e gastei muito dinheiro com garotas de programa e travestis”, relembra.

Murilo se casou e achou que uma parceira fixa diminuiria essa sua compulsão. Mas não foi o que aconteceu: “Era apaixonado por minha mulher, transávamos várias vezes ao dia, mas ainda não era o suficiente para mim. No trabalho, só pensava nisso, flertava com as colegas e frequentemente buscava prostitutas para fazer programas. Quando chegava em casa, ia para internet em busca de sexo virtual e nunca abandonei a masturbação”.

Nunca satisfeito, o maníaco por sexo não abre espaço para o mea culpa. Só mais tarde ele vai sentir as consequências do que fez, ao desviar-se de outros focos importantes da vida como a realização profissional, os estudos, a felicidade no casamento e na vida familiar.

O fundo do poço

Murilo só entendeu que precisava de ajuda quando sua mulher terminou a relação. Isso aconteceu quando ela descobriu as inúmeras traições do marido, rastreou seu computador e notou o quanto de pornografia ele consumia. “Fui ao fundo do poço. E aí busquei ajuda. Hoje faço terapia e participo de um grupo de apoio para viciados em sexo. Ainda sofro muito com esse desejo desenfreado, mas estou buscando o controle, pois só eu sei o quanto esse prazer momentâneo traz sofrimento e vazio existencial”, desabafa.

Além de todo o sofrimento relatado, há ainda riscos. “Esse fenômeno expõe o indivíduo a riscos sociais e físicos, como contaminação por doenças sexualmente transmissíveis”, diz Alexandre Saadeh. Murilo confirma que muitas vezes (mesmo depois de casado) fez sexo sem o uso de preservativos, marcou encontro com desconhecidos pela internet e frequentou casas de swing em busca de parceiros.

A terapia é o melhor remédio

Vários fatores podem levar um indivíduo a manifestar esse quadro, mas grande parte dos problemas tem origem na relação familiar desde a infância ou estão associados a casos de violência física ou sexual. Vale salientar ainda que os homens são os que mais sofrem com isso. Uma explicação razoável reside no fato de que os homens são estimulados desde muito jovens a associarem quantidade de relações sexuais à virilidade.

Mas independentemente do que leva as pessoas a sofrerem desse mal, o fundamental é que se busque um tratamento eficaz. Segundo Diego Henrique Viviani, psicólogo especialista em Sexualidade e pesquisador do Instituto Paulista de Sexualidade, Inpasex, “para pessoas que apresentam as características de comportamento sexual compulsivo é sugerido procurar um psicoterapeuta sexual para que, juntos, possam reestruturar a possibilidade de uma vivência sexual saudável e prazerosa”, destaca ele. Em alguns casos, além da psicoterapia, o acompanhamento de um psiquiatra e o uso de medicamentos podem ajudar a reduzir a ansiedade, típica de quadros de compulsão sexual.


Josiane

Data de inscrição : 28/05/2011
Idade : 33
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